Modelos práticos de arquivos nos tamanhos ideais do Clube

Via atendimento, nós sempre recebemos dúvidas relacionadas a margens para livros, tamanho de fonte, uso de índice etc. Na prática, fora o tamanho da página, todas essas questões são livres, sendo que temos recomendações feitas lá na Universidade do Autor e na página de Dúvidas.

Mas, claro, às vezes é preciso mais do que apenas uma orientação: modelos, por exemplo. Temos esses modelos (ou ‘templates’, como se costuma dizer tecnicamente) prontos no site do Clube, podendo ser acessados diretamente por aqui: https://www.clubedeautores.com.br/webpage/universidade-do-autor

Um ponto importante: esses arquivos são apenas exemplos, já em formato Word, de livros diagramados em alguns dos tamanhos daqui do Clube (como A4 e A5, por exemplo). Quem quiser pode fazer o download e escrever o livro diretamente sobre o arquivo – a ideia é facilitar. Mas já adianto respostas a perguntas que costumamos ouvir:

1) Você pode mudar tudo do arquivo – ele é só um modelo, um exemplo que fizemos para facilitar a vida de quem sentir a necessidade de ajuda

2) Não, não é obrigatório se ater a nenhum desses modelos

3) Caso mude, pedimos que preste especial atenção às margens lateriais, superior e inferior – o ponto mais importante é justamente esse

Assim sendo, segue o link para a Universidade do Autor, onde os modelos podem ser encontrados na parte inferior da página: https://www.clubedeautores.com.br/webpage/universidade-do-autor

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Cores aparecem negativadas nas capas?

De vez em quando, notamos que alguma capa de livro publicada aqui no Clube aparece com efeito negativado (em cores invertidas). Ao verem seus livros no ar assim, a primeira reação dos autores é de medo: que tipo de impacto ela causará no público? Como será a impressão? E, principalmente, onde está o erro que gerou essa estranheza na tela?

A boa notícia é que evitar isso é bem simples.

Em linhas gerais, há três principalmente três grandes tipos de padrão de cores utilizados em design gráfico: RGB, CMYK e Pantone.

Não vamos nos ater ao Pantone por ser muito pouco usado aqui no Clube: vamos aos dois outros formatos.

RGB é uma sigla para Red (vermelho), Green (verde) e Blue (azul). É um padrão de cores aditivas, obtidas pela decomposição (natural ou artificial) de focos de luz. Elas são utilizadas prioritariamente em monitores porque, basicamente, emitem luz.

O CMYK – Cyan (ciano), Magenta (magenta), Yellow (amarelo) e Black (preto) – é o oposto. As cores são subtrativas, o que significa que o parte das cores que visualizamos vem da luz que não é refletida. É ideal, portanto, para mídias impressas, que não tem focos de luz diretos como monitores.

Aí entra uma dúvida: o que é ideal no caso do Clube? Afinal, as capas são vistas em um monitor – mas impressas em papel!

A resposta é simples: RGB.

Ao utilizar esse padrão de cores para as capas, você garante que elas fiquem perfeitas para visualização dos usuários. Do lado de cá, um tratamento automático é dado sempre que ela vai para impressão, garantindo também que tudo saia perfeitamente bem no papel.

Talvez isso tudo seja grego para a maior parte dos autores – o que não chega a ser um problema uma vez que a maior parte dos software já tem RGB como padrão. Mas, se for contratar serviços de um capista, não esqueça de observar que a arte precisa ser feita sempre em padrão RGB e nunca em CMYK!

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Tem TCC ficando pronto? Conheça o Clube do Universitário!

TCCs – ou trabalhos de conclusão de curso – são verdadeiros compêndios de conhecimento. é neles que estudantes de todo o país sintetizam tudo o que aprenderam em anos de faculdade ou pós, incluindo pesquisas, estudos, analises e projetos acadêmicos que podem ser extremamente úteis a todos.

O problema é que, normalmente, esses trabalhos acabam mofando nas prateleiras de universidades, sem nunca chegar aos públicos. Pelo menos até agora.

Ainda resta um tempo para a tradicional época de entrega de TCCs no final do primeiro semestre – e então está na hora de conhecer o Clube do Universitário .

O site é simples: um modelo de autopublicação feito especificamente para esta modalidade de livro, incluindo:

  • Capas duras, no formato correto para TCCs
  • Customização de lombada para que fique de acordo com as regras de faculdades
  • Escolha de características de miolo, da gramatura do papel ao uso ou não de cores

E, em média, o custo de impressão de um TCC no Clube é menor do que em gráficas convencionais devido às negociações em escala feitas com fornecedores.

Há ainda algo que talvez seja o principal benefício: a possibilidade do estudante deixar o seu TCC à venda para que outros possam adquirir e realmente aprender com toda a pesquisa feita!

Se você é estudante, então aproveite esse novo canal e publique aqui o seu TCC!

Para saber mais, clique aqui, na imagem abaixo ou vá diretamente ao link http://clubedouniversitario.com.br/

 

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De onde vem os acessos ao Clube?

Números falam.

Isso foi algo que aprendemos rapidamente aqui no Clube ao analisar estatísticas, nos debulhar sobre dados e digerir estatísticas as mais diversas sobre o comportamento do usuário.

Não que números sejam a única maneira de entendermos o comportamento do usuário do Clube – para falar a verdade, as redes sociais acabam tendo um papel provavelmente até mais importante. Mas, se conseguimos, por exemplo, detectar uma ou outra informação que nos dê pistas, certamente conseguiremos ir fazendo ajustes em cima de características técnicas ou de marketing.

Apenas para ilustrar, levantamos as origens de acesso ao nosso site – ou seja, de onde vem os usuários que publicam, compram, nos escrevem, tiram dúvidas e, em suma, fazem o Clube. Veja no gráfico abaixo:

Quem mais gera acessos ao Clube é, de longe o Google. E isso é simples de entender: a maioria dos usuários interessados em comprar faz buscas por temas ou enredos, chegando aos livros por conta deles. E o que isso significa para os autores? Que quanto mais clara e bem descrita for a sinopse e quanto melhor estiver a página biográfica, mais fácil e mesmo viável sera a ampliação do fluxo de leitores interessados a partir do Google.

O segundo ponto: acessos diretos. Esses são usuários que digitam o site do Clube diretamente no navegador, sem passar pela busca. E, em geral, são pessoas que recebem divulgações de livros diretamente dos autores. 21% é um número grande e reforça a importância do autor como seu próprio agente de marketing, por assim dizer.

Terceiro: redes sociais. Aqui falamos especialmente do Facebook. Inclui tanto os 130 mil fãs do Clube na rede que, diariamente, comentam, curtem e compartilham conteúdo, quanto páginas de outros usuários que falam sobre obras. O mundo é social, afinal de contas: e desprezar esse volume de acessos potenciais certamente não é uma boa ideia.

Finalmente, há as indicações de portais, sites especializados e blogs os mais diversos, responsáveis por algo na casa dos 11% dos acessos. Uma figura importante, mas que resulta dos três itens acima.

Talvez valha postarmos, com alguma regularidade, mais estatísticas sobre o site do clube aqui no blog. Afinal, quanto mais informações existirem, mais dados os próprios autores terão inclusive para montar as suas próprias estratégias de marketing.

Nesse primeiro momento, essas já são informações que podem vir muito a calhar!

 

 

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A importância de ter um site

Dia desses, um autor do Clube (Mark T.) nos enviou um email sugerindo que reforçássemos a importância de autores terem o seu próprio site. Concordamos – e por uma série de motivos.

Quando um leitor busca uma história, ele normalmente vai atrás de uma recomendação, de um autor já consagrado ou de um tema. No primeiro e no terceiro caso, os seus dois maiores aliados são Google e Facebook.

Se o autor tiver montado uma boa rede de relacionamentos na Web e encontrar boas recomendações, ponto positivo. Mas essas recomendações são também consequência (afinal, é primeiro preciso conquistar um leitor para depois ter a sua boa avaliação).

E é nesse ponto que o chamado marketing de conteúdo entra.

Se você tiver um site ou blog e postar frequentemente sobre um tema pelo qual é apaixonado – e que seja relacionado à sua obra – então o Google e demais buscadores considerarão que você tem uma relevância maior em relação ao tema. Ou seja: quanto mais conteúdo escrever sobre um assunto e com mais frequência, maior o vínculo que o Google fará entre você e esse tema.

Tecnicamente, esse “vínculo” significa uma maior possibilidade do seu nome (e do seu blog ou livro) aparecerem nos primeiros resultados. Aparecendo nos primeiros resultados, você terá mais cliques; com mais cliques, mais leitores; com mais leitores, mais recomendações; com mais recomendações, mais vendas; e assim por diante.

E outras palavras: uma das maiores técnicas de marketing para o sucesso no universo literário é fazer o que, provavelmente, você já ama: escrever. Mas não apenas em livros e sim também em sites, blogs, redes sociais e todo local que conseguir.

Escrevendo na Web, você será visto. E terá um caminho melhor na busca pelo seu espaço editorial.

Quer opções para montar seu site ou blog gratuitamente? Seguem três:

wordpress.com
wix.com
blogger.com

Agora é com você!

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