Como divulgar seu livro

Com o livro publicado, está na hora de trabalhar a parte mais trabalhosa do processo: a divulgação

Se você chegou a publicar o seu livro no Clube de Autores, é porque já está participando de uma verdadeira revolução que está acontecendo, em todo o mundo, no mercado editorial.

Pela primeira vez, os próprios artistas – escritores, músicos etc. – não têm absolutamente nenhum intermediário entre a sua obra e o seu público. Pela primeira vez, escritores não precisam submeter a sua obra à avaliação de empresas com o poder de decisão sobre publicá-la ou devolvê-la, rejeitando o original.

Pela primeira vez, todos, sem exceção, podem mostrar ao mundo quem são, como são e o que fazem – sem depender de nenhum terceiro e sem precisar pagar por isso.

Mas, se você tem seu livro publicado, sabe também que que não é isso que basta para que você alcance o número de leitores que deseja. Ao contrário: publicar o livro é apenas o primeiro passo em uma longa estrada até a consagração autoral. 

E – é bom que se deixe claro – essa estrada só pode ser percorrida com sucesso quando o próprio autor trabalha o seu papel como empresário de si próprio, formando e trabalhando a sua própria audiência. 

Mas isso não significa que cada autor precise trilhar o seu caminho desconsiderando todo um mar de experiências e boas práticas que já existem. Com 9 anos de vida, o Clube de Autores acompanha um conjunto imenso de histórias de sucesso de livros publicados aqui – e é isso que queremos compartilhar com todos agora. 

Montamos um Manual de Divulgação de Livros que pode ser acessado clicando aqui (ou na imagem abaixo ou diretamente no link http://media.clubedeautores.com.br/assets/templates/ComoDivulgarSeuLivro.pdf

O que tem nesse manual? Uma coleção de melhores práticas e experiências que devem auxiliar todo e qualquer autor a trabalhar a comunicação de seus livros como forma de se construir uma carreira de sucesso. Está interessado? É simples: basta clicar no link e fazer o download gratuito :-) 

 

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Precisa de livros para seu lançamento?

Esse post é mais um recado que um artigo: dificilmente, afinal, alguém faz um lançamento de livros sem livros para vender.

Então, o recado é esse: se for o seu caso, envie um email para o nosso atendimento no atendimento@clubedeautores.com.br para negociar a compra de exemplares em volume maior que o convencional.

Como a quantidade de exemplares é um fator crucial para a negociação – e como o preço de cada livro é formado por toda uma gama de características bem específicas – a probabilidade de uma negociação individual ser mais eficaz que a compra diretamente pelo site é razoável.

Assim, fica dado o recado. Precisa de livros para seu evento de lançamento? Contate-nos pelo atendimento@clubedeautores.com.br .

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Está em dúvidas sobre como publicar seu livro aqui? Baixe o nosso guia!

Volta e meia recebemos alguns emails de novos autores com dúvidas sobre o processo de publicação dos seus livros aqui no Clube. Apesar do processo inteiro estar descrito ao longo de cada etapa, é sempre bom mesmo ter uma espécie de guia à mão, algo que permita que todos possam esclarecer suas dúvidas com antecedência.

Pensando nisso, compilamos todas as instruções e informações necessárias em um guia de publicação que pode ser acessado aqui. Ou seja: clique aqui ou no link http://media.clubedeautores.com.br/assets/templates/GuiaPublicacaoLivros.pdf e você terá acesso ao nosso guia, em formato PDF, com todas as instruções detalhadas sobre cada etapa da publicação do seu livro. Mais fácil assim, não?

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Os livros do Clube que mais vendem na Cultura

Sempre nos perguntamos aqui qual a melhor métrica para efetivamente apontarmos os livros do Clube com maior demanda com leitores.

Já desenvolvemos algorítmos, fizemos campanhas, avaliamos vendas espontâneas digitais e físicas e até mesmo o volume de boca-a-boca nas redes sociais. Sabe a conclusão que chegamos?

Os resultados de vendas fora do Clube são o maior indicador de potencial de sucesso dos livros do Clube.

Parece esquisito? Explico-me melhor.

Quando um autor publica seu livro aqui, é natural que ele utilize o próprio link do Clube para divulgar a sua obra para seu público mais imediato. É natural, portanto, que os mais vendidos dentro das quatro paredes virtuais do nosso próprio ecommerce sejam os títulos escritos por autores com redes de relacionamento mais próximas, mais apegadas.

E isso – obviamente – não está errado… mas também cria um viés que distorce um pouco nossa avaliação sobre os livros com maior potencial.

Onde fomos buscar esses títulos?

Em nossos canais de vendas.

O raciocínio é simples: enquanto as vendas no Clube costumam refletir os estímulos diretos feitos pelos autores, as vendas em lojas terceiras (como Amazon, Cultura, Estante e outras) costumam mostrar os resultados espontâneos, fruto de pesquisas e decisões tomadas diretamente pelos leitores sem tanta influência assim dos escritores.

Sim, entendo que há casos e casos e que sempre haverá resultados em canais de venda fruto de indicações diretas de autores neles. Mas nossas próprias análises mostram que isso está longe de ser a regra.

Então, comecemos pela Livraria Cultura. Sabe quais são os 5 livros que mais venderam lá na semana passada? Ei-los:

O Despertar da Consciência

90km

Trilhando Sonhos

Modelagem Prática

Cyriacolândia: Território da Família Rondon no Pantanal

E sabe o que é mais incrível desta lista? Há de tudo nela. O primeiro livro está categorizado no Clube como esoterismo; o segundo, como esporte; o terceiro, como relato de viagens; o quarto, empreendedorismo; e o quinto, história.

Há, verdadeiramente, de tudo aqui no Clube de Autores: e há também, no mercado geral, espaço para tudo e para todos.

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Sobre realidades e instalações artísticas

Fui à Bienal de Artes de São Paulo no final de semana passado. Meu objetivo, como provavelmente o de tantos espectadores que lá se faziam presentes, era um só: interromper o cotidiano para ver, ouvir e sentir um tipo mais insano e contemporâneo de arte. 

Para quem não conhece a Bienal, explico: foi-se o tempo em que essa expo gigante conciliava, no mesmo gigantesco espaço, instalações psicodélicas de novos artistas com obras primas de Dali, Magritte, Tarsila, Picasso e outros gênios imortais. Hoje, a Bienal é exclusivamente dedicada ao novo, a uma espécie de entrega do disruptivo sem nenhum parâmetro do tradicional que prove que sequer haja uma disrupção. 

E isso não é uma crítica. Pensando bem, também não é uma elogio: é uma espécie de constatação que cheguei sem largar um pouco do espanto. 

Entre espelhos falsos que mostravam que a realidade do outro lado era um reflexo de nós mesmos e projeções de cenas entediantemente cotidianas, transformando o dia-a-dia mais enfadonho em expressão máxima de nós mesmos, o que vi na Bienal foi uma coisa só: a vida real, que todos vivemos todos os dias, só que feita de material sintético ao invés de carne e osso. 

E me ocorreu outra coisa: ao sair da Bienal e me deparar com os skatistas na marquise do Ibirapuera, os grafites espalhados pela cidade, os carros dirigindo seus motoristas monorritmicamente e até o céu cinza abafando a metrópole, percebi que só o que diferencia a exposição da realidade são as paredes e as bilheterias. Ou seja: no final das contas, reservamos um tempo na agenda e pagamos para ver uma expressão da mesmíssima realidade que já nos cerca todos os dias. 

A liberdade de expressão em nossos tempos é tamanha – ainda bem – que conseguimos derrubar de maneira decisiva a barreira que costumava separar vida e arte, ficção de não ficção, desejo de viabilidade. 

Ou, colocando em outros termos, a liberdade de expressão generalizada é tamanha que sequer precisamos mais de grandes exposições para vermos os nossos desejos e temores mais crus expostos diante de nossos olhos. Nossa vida, hoje, já se transformou em uma Bienal infinita. 

E o que isso quer dizer para nós?

Que essa nova liberdade anárquica, caótica, cotidiana, abre um campo inteiramente novo para um autodescobrimento sem paralelos na história da humanidade. Se já chegamos tão longe com tanto preconceito e conservadorismo fazendo força para nos manterem presos a um passado enfadonho, imagine agora onde poderemos chegar estando mais livres do . 

 

 

 

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