Você não viverá direito se não ler

Desculpem-me a acidez no título, mas não há como florear o óbvio.

Vivemos duas vidas na nossa existência: a cronológica e a intelectual.

Nossa vida cronológica é óbvia, linear, de uma indiscutibilidade feita de cimento. Nós nascemos, crescemos, procriamos (às vezes) e morremos. Simples assim, direto assim, da mesma forma que ocorre com macacos, lebres e amoebas.

Não há o que discutir na vida cronológica: façamos o que quisermos, o tempo sempre seguirá impávido, senhor dos senhores, ignorante de todo e qualquer desejo que porventura quiser dobrá-lo.

Se você não lê, é a este tempo que deverá obediência para o resto de seus dias.

Mas e se tiver o hábito de ler?

Bom… aí tudo muda.

Porque, nos livros, você poderá mergulhar em outros mundos e tempos com a facilidade de quem se teletransporta em histórias de ficção científica. Poderá passear pela Inglaterra Vitoriana, se assustar com a Inquisição medieval, saborear as belezas do Rio da década de 50 ou mesmo voar por uma Nova York destruída por alienígenas robôs que nunca existiram de fato.

De fato.

Essa existência intelectual nos permite até redefinir o que é fato e o que é ficção.

Deixamos de ser caretas, presos às imagens que entram pelas nossas íris.

Aprendemos a entender que verdade não é necessariamente algo que vemos, mas sim tudo o que sentirmos ou percebermos, ainda que em nossos íntimos individualíssimos.

Porque há mais para a vida do que apenas a tediosa cronologia que envelhece as nossas células: há as histórias que a humanidade aprendeu a deixar pelo caminho como rastros de sua própria divindade.

Há a imaginação escrita, transcrita, inscrita.

Há as tantas páginas dos tantos livros capazes de nos catapultar para tantos tempos e mundos diferentes.

Capazes de nos fazer, em uma única vida cronológica, viver dezenas ou centenas ou milhares de vidas com a simultaneidade da nossa vontade, do nosso desejo.

Basta abrir um livro.

E depois outro.

E mais outro.

E deixar as vidas entrarem.

Certa vez disseram que só se vive uma vez. Besteira pura, essa.

Vive-se quantas vezes se quiser. O que basta mesmo é querer.

Porque o caminho para isso… bom, o caminho está nas tantas livrarias que hoje recheiam a Internet e as equinas de todas as cidades.

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As desculpas que embotam a mente

“Livro no Brasil custa caro demais”, dizem, roboticamente, os não-leitores ávidos por encontrar uma justificativa para manterem-se distantes das letras.

“Adoro ler, mas não tenho tempo nessa correria do cotidiano”, repetem alguns.

“Eu até estava procurando um livro, mas não o encontrei em livraria alguma”, arriscam-se outros.

Há muitas, muitas desculpas para não se ler. Todas são furadas.

Primeiro, porque nós sempre, sempre damos algum jeito de fazer o que amamos. Encaixamos jantares em agendas lotadas, bares com amigos, cinemas nos finais de semana, ampliamos horários de almoço e, ao menos nas grandes cidades, entramos em um estado vácuo intelectual por horas sempre que fazemos o percurso de casa para o trabalho, do trabalho para a casa.

Se tem uma coisa que todos nós, humanos, somos mestres em fazer, é dobrar o tempo para que ele caiba em nossas vontades. E quer saber? Ele sempre cabe.

Quer ler? Basta ter consigo um livro, seja impresso, eletrônico ou em áudio. Encontrar alguns minutos diários, ainda que intercalados, será a coisa mais fácil do mundo.

O preço do livro? Ora, convenhamos! Um jantar, uma noite no boteco, um cinema… tudo isso durará um punhado de horas e custará muito, muito mais que um livro (que hoje tem preço médio de R$ 40 no Brasil). E isso sem considerar a inocência desses parâmetros que uso aqui para comparar! Porque um livro está mais próximo de uma viagem do que de um boteco, claro! Que outra “ferramenta” pode te catapultar instantaneamente para o Japão distópico do Murakami, para a Moçambique apocalipticamente poética do Mia Couto ou para a desalentadora burocracia existencial da Praga de Kafka? Nenhuma – assim como nenhuma deixará também resíduos poderosíssimos de inteligência.

E todos esses – de Murakami a Kafka, passando por milhares de gênios contadores de história – nunca foram tão acessíveis a todos.

Seja em uma Estante Virtual, onde hoje pode-se encontrar absolutamente todos os livros já publicados, seja no Ubook ou na Audible.com, onde se pode adquirir audiolivros de todos os tipos, seja aqui no Clube de Autores, que reune as dezenas de milhares de títulos independentes publicados todos os dias no Brasil.

Você realmente preza o livro, gosta da literatura, sente que pode crescer na medida em que consome as fabulosas histórias que nos diferenciam enquanto espécie?

Ótimo. Agora é só jogar as desculpas na lata de lixo e começar a ler.

Ou abrace-as junto com a própria ignorância e siga por aí, repetindo velhas desculpas desencaixadas na esperança de que mentiras ditas para si mesmo não acabem embotando seu próprio cérebro por falta de uso.

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O que funciona melhor na autopublicação?

Muitos autores que aparecem por aqui costumam perguntar o que funciona melhor na autopublicação.

Mais: eles perguntam até mesmo se a autopublicação funciona.

E normalmente respondemos com toda uma série de números e dados que existem para comprovar e afirmar o óbvio: a autopublicação, hoje, é o único caminho bom para novos autores.

Isso significa que todos terão sucesso, que basta publicar e aguardar os louros da vitória? Não, óbvio que não.

Aliás, de antemão já recomendamos que você acesse os guias que montamos aqui sobre como publicar, como escrever, como precificar, como divulgar etc. São compilados valiosos feitos com base em anos e em dezenas de milhares de livros que já vimos e continuamos vendo passar por aqui.

Mas, voltando à pergunta original, o que funciona melhor na autopublicação?

Considerando que seu livro esteja bem escrito, com o português devidamente revisado, com uma capa sedutora, o ISBN registrado… o que ele precisa para decolar?

Em uma palavra: distribuição.

Não que seu livro precise estar nas prateleiras de todas as livrarias físicas do país: acredite, isso é impossível até para as grandes editoras. Mas ele precisa estar localizável nas maiores lojas das maiores redes.

E quais sãos as maiores lojas? Os sites das maiores redes.

Amazon. Livraria Cultura. Estante Virtual.

Somadas, apenas essas três já chegam a dezenas de milhões de leitores país afora.

Somadas, essas três já garantem que qualquer consumidor consiga encontrar e comprar o seu livro.

Somadas, essas três elevam o seu potencial de sucesso ao máximo possível, bastando “apenas” que você trabalhe bem os outros fatores de sucesso (qualidade do texto, revisão, capa, preço, divulgação).

E sabe do melhor? Essas três – além de toda uma gama de outras lojas e marketplaces – já fazem parte da rede do Clube de Autores. Ou seja: basta publicar aqui (com ISBN, claro) que seu livro será distribuído para todas essas lojas online sem que você precise pagar nada por isso.

Ainda não publicou?

Então baixe nossos guias, acesse nosso site e publique agora mesmo! Seus leitores, afinal, certamente estão por aqui, esperando suas histórias!

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2019 que já começa quente

Comemoramos feito loucos, no ano passado, os resultados do Clube. Em um período no qual o mercado editorial chorou quase incessantemente, afinal, conseguimos crescer 30%, um exemplo claro de quanto a literatura está mudando e de quanto os autores independentes estão ganhando mercado.

E frisamos isso porque, na prática, o Clube de Autores é mais consequência do que causa de todas essas mudanças. Não somos nós que escrevemos os livros, afinal: são os autores que aqui os publicam – os mesmos que já deram claros sinais de terem entendido toda a dinâmica do mercado editorial, disponibilizando obras cada vez melhor acabadas em todos os sentidos (do texto à capa).

A pergunta que nos fizemos em dezembro foi: “e no ano que vem? Será que esse ‘boom’ foi pontual, fora da curva, ou será que a estrada foi devidamente e definitivamente pavimentada para os escritores independentes?”

Bom… janeiro parece já estar nos dando a resposta.

Porque hoje, dia 1 de fevereiro, paramos para olhar para trás e constatamos – com sorrisos nos rostos – o que já se materializava como óbvio: o crescimento segue. Mais que isso: se comparados a janeiro do ano passado, o Clube de Autores cresceu 32%, tendo recebido um valorosíssimo número de títulos que tem desempenhado de maneira impressionante.

O que isso significa? Que 2019 começou tão (ou mais) quente quanto foi todo o ano de 2018 para os autores independentes.

Aproveitemos esse momento.

Mudemos em definitivo o mercado editorial brasileiro.

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Quer um hiper desconto para tiragens maiores?

Então conheça nosso projeto de Gestão Colaborativa.

Em linhas gerais, ele é feito para autores que desejam tiragens maiores como maneira de baratear o custo de impressão enormemente e ainda ter consigo um estoque próprio para vendas diretas.

Bom… no caso do Clube, as vantagens vão um pouco além disso. Confira abaixo:

  1. Descontos IMENSOS para compras acima de 500 exemplares
  2. Pagamento em até 12x
  3. Possibilidade de publicação com preços de capa significativamente menores que a média – e mantendo os direitos autorais em 50% do valor final
  4. Distribuição em livrarias (Cultura, Estante Virtual, Amazon etc.)
  5. Co-gestão do estoque: parte dos exemplares impressos pode, se o autor desejar, ser gerido por nós mesmos, que cuidaremos da distribuição e reposição em livrarias (e reportaremos todas as vendas no extrato de vendas do autor, aqui no próprio Clube).

Quer saber mais? Então acesse a página informativa do nosso projeto de grandes tiragens ou nos envie um email por aqui, via atendimento@clubedeautores.com.br, descrevendo as características do seu livro para que consigamos fazer um orçamento!

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