A cidade é nossa

Na terça passada, fizemos aqui a FLIBA – Festival Literário do Baixo Augusta. A ideia era simples: abrir na própria Internet espaço para autores se candidatarem e permitir que eles usassem, da melhor maneira possível, o ambiente da Passagem Literária – via subterrânea que une Paulista a Consolação e onde realizamos o evento – para se expor.

E houve de tudo: performances, saraus, intervenções, arte em todas as suas formas. Houve um dia, pelo menos, no atribulado cotidiano de uma cidade como São Paulo, que os autores independentes dominaram a cena, os olhares e ouvidos, a mídia.

É curioso, mas quanto maior e mais tumultuada a cidade, mais espaço ela acaba abrindo para quem quiser se adonar dela. A FLIBA mostrou que isso é possível e tangibilizou algo que nós, aqui no Clube, sempre acreditamos: que o mercado editorial está aí, aberto a quem quiser e se dispuser a agarrá-lo.

Agarre o seu.

O futuro da literatura brasileira pertence a nós, autores independentes que estamos desbravando, no braço, o nosso próprio mercado.

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