Signos e legados

Nada como uma “viagem astral” para darmos uma outra cara à semana :-)

Dia desses, me deparei com um post no HomoLiteratus bem interessante. O título: Signos de escritores podem Influenciar em suas obras?

A base do artigo foi um evento feito em setembro de 2015 envolvendo 30 atrólogos no Rio que analisaram obras de muitos dos nossos principais escritores. Quer ver o resultado? Clique aqui ou na imagem abaixo:

  

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Smartphones, smartphones, smartphones

Não vou escrever aqui sobre impresso versus digital de novo. Esse tópico, claro, é e provavelmente continuará sendo recorrente por muito tempo – mas há mais a se falar sobre o assunto. 

Uma pesquisa bem interessante sobre hábitos digitais, da Reuters, foi divulgada há pouco. E há uma série de informações relevantes nela, mesmo considerando que livro não é exatamente o foco. A principal? 

Há uma nítida concentração de hábito de consumo de conteúdo via smartphones. Isso pode até parecer óbvio, mas perceba que não estou falando aqui de uso de smartphones e sim de concentração de hábito. 

Em outras palavras: cada vez mais, mais pessoas tem usado seus celulares (em detrimento de tablets e mesmo de computadores) para consumir conteúdo digital. 

Para quem escreve livros, isso pode ser uma informação importantíssima: afinal, ler em uma tela pequena e portátil é certamente diferente de ler em um computador ou mesmo em um híbrido como um tablet. Talvez se desenvolva uma preferência por livros mais curtos; talvez por conteúdos mais multimídia; talvez integrado a funcionalidades de geolocalização, seja lá como isso possa se dar. 

Enfim… O mar de possibilidades é grande, claro – mas, considerando que livro é conteúdo, possivelmente inclusive em sua forma mais densa, entender os hábitos de consumo de conteúdo mundo afora é certamente importante para autores. 

Além dos dois gráficos abaixo, deixo e recomendo o link para acesso completo à pesquisa aqui: http://www.digitalnewsreport.org/survey/2015/executive-summary-and-key-findings-2015/

   
 

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A invenção da comunicação gráfica

Há, no mundo, 3 tipos de comunicação: a falada, a gestual e a gráfica. E – claro – dentre todas, a gráfica é a menos efêmera. É a que permite a perenidade das histórias, as marcas efetivamente impressas no tempo e, claro, a construção de conhecimento sobre conhecimento.

Se voltarmos no tempo, as primeiras comunicações gráficas registradas aconteceram nas cavernas. Há de representações de caças a animais contando histórias de civilizações que já se extinguiram há muito, muito tempo. Mas o mais impressionante delas não é a beleza em si das maneiras mais primitivas de se contar histórias: é a coincidência. Há 32 símbolos geométricos – e, portanto, sem relação com os desenhos mais óbvios – que são praticamente idênticos e encontrados em cavernas distantes tanto no tempo quanto no espaço. Mistério?

Essa palestra abaixo explora justamente essa coincidência, dando uma pista importante sobre como os nossos ancestrais começaram a criar o que futuramente viria a ser o bem mais sagrado de qualquer cultura: o alfabeto.

Vale conferir:

 

 

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10 aplicativos incríveis para escritores

Ano novo, vida nova, histórias novas.

Sendo mais extremado: talvez seja hora também de usarmos mais e melhor ferramentas da própria Internet, mudando também a forma com que concatenamos nossas ideias e gerais nossos textos. Se começo de ano é tempo de tentar, por que não começar por aí?

Achamos, no site Lendo.org, uma lista bem interessante de aplicativos feitos para escritores. Talvez nem todos sirvam aos seus propósitos… mas talvez você encontre aí a ferramenta perfeita para acelerar a sua produção!

Confira a lista completa clicando aqui ou na imagem abaixo:

 

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Aumento de preços de livros

OK, essa não é uma notícia exatamente boa, nada para comemorarmos. Mas podemos garantir: seguramos aqui o quanto pudemos nesses últimos tempos.

Mas a crise brasileira realmente pega forte o setor de literatura, principalmente por conta de fatores como o dólar – que afeta diretamente o preço de papel. Os insumos que tínhamos para trabalhar, neste caso, eram a inflação de 10,53% em 2015 (Índice de Preços ao Consumidor Semanal, medido pela FGV) e a alta do dólar, que ultrapassou a casa dos 30% no ano.

O que fizemos? Desde o final do ano passado entramos em rodada após rodada de negociações para garantir o mínimo possível de impacto. Fizemos cálculos sobre cálculos e, na prática, chegamos ao seguinte cenário:

Hoje, o preço médio de um livro aqui no Clube é de R$ 34,00. Em tese, aplicar apenas a inflação (fora o dólar) equivaleria a acrescentar quase R$ 4 em cada livro, em média. A boa notícia é que conseguimos chegar quase à metade disso.

Ou seja: a partir de amanhã, os preços dos livros subirão, em média, R$ 2 tanto nas versões impressa quanto ebook. 

Percebam o seguinte: ao aplicar esse aumento linear, isso também significa dizer que, percentualmente, os livros mais baratos terão maior impacto e os mais caros, menos. Isso também foi pensado e calculado justamente para evitar quedas nas vendas, algo importante uma vez que todos nós, tanto Clube quanto autores, vivemos delas.

Para evitar também um choque grande demais já tão de imediato, programamos uma promoção para a próxima segunda.

E torçamos todos, claro, para que essa seja a única notícia ruim do ano :-)

 

 

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