Exposição comemora os 200 anos de Charles Dickens

Inspiração não tem nacionalidade, não respeita o tempo e nem dogmas comportamentais que, a cada punhado de anos, mudam de acordo com a evolução da própria sociedade. Para escritores, beber em fontes dos imortais que abençoaram a civilização com histórias memoráveis certamente serve como um tipo de incentivo à escrita que dificilmente se encontra.

Por conta disso, consideramos que cada homenagem aos imortais merece destaque e, se possível, uma visita de todos os escritores e apaixonados pelas letras.

Na sexta-feira, a Biblioteca e Museu Morgan, em Nova York, inaugurou uma exposição sobre Charles Dckens (1812-1870), homenageando os 200 anos de seu nascimento.

Cartas, manuscritos (como “Um Conto de Natal”, de 1843) e documentos do autor recontam a sua história e permitem que o visitante “passeie” pela sua vida, revisitando os fatos que marcaram os seus textos e os seus pensamentos.

Se estiver por Nova York, não deixe de visitar o Morgan, prestar a sua homenagem a uma das maiores estrelas literárias da Inglaterra e, claro, aproveitar para se inspirar com a genialidade de Dickens.

Mais informações podem ser vistas abaixo:

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Glauco Mattoso e sua obra mordaz no Palavra Inquieta

O escritor Glauco Mattoso irá participar do “Palavra Inquieta”, evento semanal que reúne nomes da literatura nacional para um bate-papo com internautas. Organizado pelo Clube de Autores, o encontro será realizado amanhã, quinta-feira, a partir das 19h30.

Formado em biblioteconomia pela Escola de Sociologia e Política de São Paulo e em Letras pela USP, Glauco Mattoso é considerado “maldito” dentro da literatura nacional por escrever sonetos libertinos, malcriados e insolentes e por ser muito satírico, irreverente e libidinoso. Nos anos 70 era integrante da “poesia marginal” e foi um dos resistentes culturais em plena Ditadura.

Glauco foi o criador do fanzine “Jornal Dobrabil” e colaborou em diversos órgãos da imprensa alternativa, como “Lampião”, “Pasquim”, “Escrita”, “Chiclete com Banana”, “Top Rock” entre outros. Chegou a fazer crítica literária e ensaio para o “Caderno de Sábado” do Jornal da Tarde, mas sempre com assuntos voltados para a cultura underground e temas transgressivos.

Para participar do bate papo, basta acessar a página do Clube de Autores no Facebook e clicar no item “Palavra Inquieta”, ou se preferir, ir direto pelo link: http://on.fb.me/gh5QD7. A transmissão do encontro será gratuita e online.

Dúvidas e perguntas poderão ser feitas durante a transmissão pelo perfil do CdA no Twitter: @clubedeautores. Para mais informações ou sugestões, basta enviar um e-mail para atendimento@clubedeautores.com.br.

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O futuro dos livros didáticos

Quando se pergunta sobre o futuro dos livros, normalmente se ouve previsões fatalistas do tipo “o impresso morrerá até o ano que vem”.

Aqui no Clube, temos a oportunidade de acompanhar de perto o comportamento do leitor brasileiro – que é bem mais “conservador”, por assim dizer, do que o americano – com relação à sua preferência. E, do montante total de livros, o fato é que apenas 6% dos vendidos são ebooks – enquanto a quantidade de impressos vem subindo de maneira considerável. Para falar a verdade, em todo o mundo, a quantidade de livros impressos sob demanda cresce a um ritmo substancialmente maior do que a de ebooks (algo que chega a ser chocante).

Olhar para esses dados e deduzir então que o impresso será sempre dominante também não nos parece ser a melhor maneira de “prever o futuro”. Em realidade, o que observamos é que:

a) O usuário gosta de ler – e escolhe a mídia (impressa ou digital) de acordo com a sua conveniência momentânea. Se ele estiver indo para a praia, viajar ou mesmo se estiver interessado em um romance que possa carregar consigo para ler no metrô, em parques ou praças, provavelmente preferirá o impresso. Os motivos vão de segurança a praticidade, características que não podem ser desconsideradas jamais.

b) Livros técnicos ou didáticos necessitam de um tipo diferente de leitura. Nesses casos, estudantes precisam de recursos que vão além de um índice e textos bem concebidos (algo que costuma bastar para romances ou poesia). Para um livro de direito ou de medicina, por exemplo, poder contar com uma funcionalidade de busca é bem relevante. Poder também carregar 100 ou 200 livros de consulta em um único iPad ou tablet, além disso, costuma também ser BEM mais prático (além de saudável, uma vez que quilos e mais quilos de livros na mochila certamente acabarão fazendo mal à coluna). Isso sem falar na possibilidade de se explorar mais recursos como infográficos ou vídeos interativos – importantes quando o objetivo é comprovar alguma teoria de forma mais visual.

Qual a conclusão, então, que se pode tirar? A de que, ao menos por muito tempo, os dois formatos conviverão bem – e que os seus mercados serão determinados principalmente pelos tipos de literatura.

Voltando ao Clube: sabe os 6% de ebooks vendidos? Pois bem: deles mais de 90% são de livros técnicos ou didáticos.

O site americano OnlineEducation.net criou um infográfico bem prático e embasado para mostrar como esse mercado de “técnicos e didáticos” deve se comportar no futuro. Para autores desse gênero, vale a pena conferir abaixo!

E para autores de todos os gêneros, continua valendo a máxima de que quem tem que escolher o formato de leitura é o leitor. Na medida do possível, deixe o seu livro disponível tanto de forma impressa quanto digital. Mal isso certamente não fará ;-)

Textbooks of Tomorrow
Via: OnlineEducation.net

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Conheça os 20 melhores aplicativos do Facebook para amantes de literatura?

A cada dia que passa, o Facebook vem se tornando tão relevante no cotidiano dos usuários que há quem o chame de uma “nova versão da Internet”. No mês passado, por exemplo, ele ultrapassou a quantidade de usuários do Orkut, então líder inconteste perante os brasileiros – e já faz tempo que deixou o Twitter a ver navios.

Não é à toa que a rede vem crescendo tanto: nela, milhares de aplicativos são criados e lançados com foco em todo tipo de gosto. A literatura, pedra fundamental da cultura humana, não ficou atrás. Esse mês, o site Universia Brasil publicou uma lista com os 20 melhores aplicativos da rede para amantes da literatura.

Veja os 5 principais abaixo. Quer conhecer os 20? Então clique aqui e acesse diretamente o site da Universia!

1. Goodreads: Com esse aplicativo, você consegue saber o que seus amigos estão lendo.

2. Visual Bookshelf: Conhecer pessoas que estão lendo o seu livro favorito, ver o que seus amigos estão lendo, escrever comentários e recomendar livros. Você consegue fazer tudo isso usando este aplicativo.

3. weRead: Permite que você compartilhe sua estante, veja o que seus amigos estão lendo, participar de um Clube do Livro e obtenha recomendações de livros.

4. aNobii Books App: Encontra e compartilha livros no Facebook.

5. I’m Reading: Organiza uma lista dos livros você está lendo.

Veja mais clicando aqui!

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Alice Ruiz conversa com autores do Clube (via Facebook) sobre poesia haikai

A curitibana Alice Ruiz participa do próximo “Palavra Inquieta”, evento semanal organizado pelo Clube de Autores, que reúne escritores e poetas para um bate-papo e troca de experiências. O encontro virtual será realizado amanhã, quinta-feira, dia 22 de setembro, a partir das 19h30.

Alice é referência em haikais, forma poética japonesa com textos curtos valorizando a concisão e a objetividade, e possui ao todo 19 livros publicados, fora as traduções. Começou a escrever ainda na infância, porém foi “poeta de gaveta”. Só após conhecer Paulo Leminski, com quem se casou, que a escritora mostrou seus poemas. Aos 26 anos publicou suas primeiras obras em revistas e jornais culturais, e aos 34 lançou seu primeiro livro, “Navalhanaliga”.

Alice já ganhou dois Prêmios Jabuti de Poesia, com os livros “Vice Versos” (1989) e “Dois em um” (2009), e participou de diversos projetos culturais, tais como: Poesia em Out-door, XVII Bienal, Arte em Vídeo Texto, dentre outros. Já fez parte do júri por 8 vezes no Encontro Nacional de Haikai em São Paulo e atualmente ministra aulas, workshops e palestras sobre o assunto.

Leonardo Gonçalves mediará o encontro que será transmitido online e gratuitamente. Para participar do bate papo, basta acessar a página do Clube de Autores no Facebook e clicar no item “Palavra Inquieta”, ou se preferir, ir direto pelo link: http://on.fb.me/gh5QD7.

Dúvidas e perguntas poderão ser feitas durante a transmissão pelo perfil do CdA no Twitter: @clubedeautores. Para mais informações ou sugestões, basta enviar um e-mail para atendimento@clubedeautores.com.br.

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