QR Code nos livros do Clube

Desde a ultima sexta, estamos inserindo QR Code em todos os nossos
livros.

O QR Code e uma espécie de código de barras em 2D que, ao ser
fotografado por um celular, converte-se em um dado específico – que pode ser desde uma imagem até um link. Isso tem sido cada vez mais utilizado em campanhas publicitárias por conta dos resultados gerados e da curiosidade que atrai do público.

De maneira geral, o celular precisar ter uma aplicação específica – e gratuita – instalada nele para que a fotografia e o processo em si funcione. Para baixar a aplicação (caso não a tenha), vá ao site http://i-nigma.com e siga as instruções ou, caso prefira fazer a operação pelo seu celular, abra o navegador de Internet dele e vá para o endereço www.i-nigma.mobi .

Veja, abaixo, um vídeo do OlharDigital explicando o QR Code e o seu funcionamento. A matéria que acompanha o vídeo pode ser vista clicando aqui ou indo ao link http://olhardigital.uol.com.br/links/video_wide.php?id_conteudo=8511

Nos livros, o QR Code ficará sempre nas contracapas e apontará para a página de livros publicados do autor. Ou seja: quem fotografar o código impresso em um livro irá imediatamente para a página com outros livros publicados do mesmo autor no Clube.

No futuro (breve), devemos mudar o direcionamento para um novo modelo de página de autor que ainda estamos construindo.

Cabe destacar que apenas os livros gerados ou editados a partir da sexta passada terão o código inserido neles. Caso o seu esteja no ar faz tempo, basta ir a Meu Espaço > Livros Publicados, clicar em gerenciar e nas opções de editar qualquer que seja o item. Aí é só seguir em frente, mesmo que sem mexer em nada, com o único intuito de fazer o sistema “regerar” os arquivos de sua obra e pronto: o QR Code estará lá!

Leia Mais

Inserção automatizada de ISBN

Até a semana passada, o processo de inserção de ISBN era essencialmente manual. Ou seja: o autor tinha que publicar a obra, nos enviar o código de barras para que nós fizéssemos a inclusão por aqui em um processo que levava até 3 dias.

Desde a última sexta, esse processo já foi alterado e passou a ser mais automatizado.

Ainda é necessário, claro, que o autor adquira o seu ISBN diretamente na Biblioteca Nacional, conforme regras desta e seguindo as instruções no http://www.bn.br/portal/?nu_pagina=26

Todavia, não é mais necessário obter o código de barras (que a Biblioteca Nacional vende por R$ 20) ou mesmo nos mandar pessoalmente.

No momento de publicação da obra, o autor já pode inserir o número do ISBN diretamente no site. Este gerará, de maneira automática, o código de barras – e o posicionará na contracapa.

Quem já tiver uma obra publicada e conseguir o ISBN apenas depois também pode fazer a inclusão: basta ir a Meu Espaço > Livros Publicados, clicar em “gerenciar” e, em seguida, em “Editar ISBN”.

Além do código de barras do ISBN estamos gerando um outro código – o “QR Code”, também posicionado na contracapa. Mas isso será alvo de um novo post aqui no blog ;-)

Leia Mais

Mudanças na gramatura das capas

Ja ha alguns meses, estavamos operando em testes com uma gramatura melhor e mais resistente para as capas dos livros do Clube. Apesar do site apresentar capas como impressas em Papel Supremo 250 g/m², alguns dos livros já saíram da gráfica com capa em Papel Couché 300 g/m².

A partir de agora, como já consta no site, todas as capas terão esta gramatura – garantindo resistência e qualidades maiores sem nenhum tipo de aumento nos custos.

Enfim, mais uma boa notícia para encerrarmos a semana!

Leia Mais

Vendas (para quem detesta vender)

Em um mundo multicultural e globalizado, todas as pessoas – independentemente de credo ou vocação – acabam assumindo também o papel de vendedoras de si mesmas. Seja na busca de um emprego no competitivo mercado de trabalho (onde se busca vender um currículo e uma promessa de competência diferenciada) ou no mundo artístico (onde a venda de um quadro, de uma escultura ou de um livro é parte importante na realização do autor), o fato é que o sucesso está intimamente vinculado a uma certa habilidade comercial.

E, a bem da verdade, isso não é exatamente uma novidade: os grandes mestres do renascimento, de Michelangelo a Botticelli, eram considerados exímios vendedores. O mesmo se aplica a escultores, como Rodin; a escritores, de Shakespeare a Nietzsche, e a praticamente todos os gêneros existentes.

Mas e quando não se sabe – ou não se gosta – de vender? É muito provável que a humanidade tenha deixado de conhecer muitos grandes mestres que, apesar de talento, não tenham conseguido convencer mecenas e públicos em geral a dar-lhes boas oportunidades.

Hoje, em plena era da informação, as oportunidades já se apresentam a quem as quiser – mas mantendo uma imutável característica: é preciso saber se posicionar, se divulgar e, finalmente, se vender bem. Quer queira, quer não.

Há uma série de cursos que podem ser feitos e técnicas que podem ser aprendidas – mas uma obra, publicada recentemente no aqui Clube, nos chamou a atenção. O seu nome é “Vendas para quem detesta vender“, de autoria do professor Henrique Nascimento.

Segundo a sinopse:

Dedicado para todos que reconhecem a importância das comissões no fim do
mês, este livro foi escrito para ajudá-lo a compreender a relação entre
vendedor-comprador-lucro. Neste mercado cada vez mais competitivo,
apenas quem dominar a técnica e tiver comportamentos produtivos tem
chance de faturar ainda mais com as vendas. Nesta segunda edição o Prof.
Henrique Nascimento ensina como transformar o atendimento em vendas e
garantir melhores resultados com menos esforço.

Apesar de um foco maior no aspecto tradicional de vendas, a obra pode ser um excelente ponto de partida para quem quiser se aprofundar no tema e aprender teorias e técnicas que certamente farão a diferença.

Quem quiser conhecer melhor a obra pode clicar aqui ou acessar diretamente o link http://clubedeautores.com.br/book/16491–VENDAS

Leia Mais

Uma visita aos mestres

Todos nós, autores, estamos seguindo uma trilha que nos foi aberta em 1439 por Gutenberg, quando este inventou a imprensa. De lá para cá, a humanidade produziu verdadeiras obras de arte e imortalizou a alma de poetas e de tempos em páginas.

No Brasil, a popularização da literatura – se é que se pode falar assim – veio séculos depois. Apenas em 1747 é que o primeiro livro pôde ser impresso no país, sendo este imediatamente seguido por milhares de outros que testemunharam a vida brasileira, os ares coloniais, o império, república, ditaduras, aberturas, amores, dores e todo tipo de sentimento que sempre fez com que penas, canetas ou teclas se unissem às mãos dos escritores como um único elemento.

Quem mora ou está visitando São Paulo tem a oportunidade única de testemunhar parte importante dessa nossa história literária: até o dia 2 de maio, a Pinacoteca do Estado abriga a coleção Brasiliana, do Itaú.

Lá será possível ver preciosidades inimagináveis como o primeiro livro impresso no Brasil, outro com uma dedicatória de Machado de Assis para José de Alencar e primeiras edições e manuscritos de Monteiro Lobato, Drummond, Oswald de Andrade, Clarice Lispector e tantos mestres que desenharam os contornos da nossa cultura.

Para quem é escritor, visitar a exposição é prestar uma homenagem aos antepassados – e uma honra que certamente será inesquecível.

Assim sendo, programa-se e, se necessário, arrume as malas. As primeiras letras do Brasil te aguardam na Pinacoteca.

Pinacoteca do Estado – pça. da Luz, 2, Bom Retiro, região
central, São Paulo, SP. Tel.: 0/xx/11/3324-1000. Ter. a dom.: 10h às
17h30 (c/ permanência até as 18h). Abertura 6/3. Até 02/05. Ingr.: R$ 6
(sáb.: grátis). Estac. grátis. Classificação etária: livre.

Primeiro livro impresso no Brasil
Livro com dedicatória de Machado de Assis para José de Alencar

Leia Mais