Templos literários

Ha alguns lugares no mundo que funcionam como verdadeiros templos literários. São livrarias, cafés, praças ou qualquer tipo de local que parece ter sido feito para se ler – ou escrever – um livro.

Para quem gosta de literatura, adentrar esses templos e mergulhar nas tantas letras sagradas que eles abrigam é, no mínimo, inspirador. Um deles, relativamente próximo de nós, merece destaque: o El Ateneo, em Buenos Aires.

Originalmente inaugurado como Teatro em 1919 (época em que a Argentina era dos países mais ricos do mundo, à frente da Alemanha e da França), o prédio foi também rádio e sede da Gravadora Odeón, que lançou alguns dos principais cantores de Tango da história. No final dos anos 20, o teatro foi transformado em cinema e, em 29, exibiu os primeiros filmes com audio.

Mas foi apenas no ano 2000 que o Ateneo foi restaurado e virou uma das mais belas livrarias do mundo.

Na área da platéia, gôndolas e mais gôndolas de livros assumem os seus lugares, puxando para si os olhares do público; nos camarotes, fileiras imensas com mais livros vão guiando a atenção do visitante até a cúpula, que conta com uma pintura magnífica; e, no palco, um café abriga pessoas que dividem-se entre a leitura de obras recém compradas e as teclas de computadores que não param de registrar obras que ainda estão sendo escritas.

Se você planejar visitar Buenos Aires, não deixe de tomar algumas horas e visitar El Ateneo. Os deuses literários certamente darão as suas bênçãos.

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Autores passam a ter acesso aos códigos dos pedidos de seus livros

Alguns autores haviam nos pedido, há algum tempo, para que colocássemos mais informações sobre os pedidos feitos de suas obras. Uma das principais solicitações era para que colocássemos o código dos pedidos na relação, possibilitando que eles realizassem algumas ações de marketing diretamente com os seus leitores.

Era o caso, por exemplo, do autor Carlos Felipe Pinto Martins, de “Os Super Sinais de Anáise Técnica“, que concede descontos nos serviços que presta sempre que um cliente adquire a sua obra. E, claro, saber o código do pedido é fundamental para que ele identifique que o cliente efetivamente fez a compra.

Desde a semana passada, essa solicitação já está no ar. Agora, em Meu Espaço > Meus Direitos Autorais, é possível verificar o número de cada pedido confirmado de suas obras.

Estamos analisando ainda a possibilidade de colocar alguns outros dados sem ferir a sagrada privacidade do leitor e devemos ter mais novidades em breve.

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456 anos de literatura

São Paulo concentra o maior número de livrarias, editoras e autores do país. Em parte, isso se deve – claro – à magnitude da metrópole, com seus mais de 12 milhões de habitantes. Mas esse mar literário também se deve ao clima cultural que corre forte nas veias da cidade.

Por entre seus bairros e ruas congestionadas espalham-se verdadeiros templos culturais, indo desde os sebos mais tradicionais até as modernas Livrarias Cultura e da Vila, servindo de prova irrefutável que a cidade – da mesma forma que o país – lê cada vez mais.

Pelas tantas livrarias, tanto físicas quanto virtuais, compra-se pensamentos alheios, histórias, imaginações, visões de passados, presentes e futuros. Tudo criado por autores que, em seus tempos (quaisquer que fossem ou sejam) habituaram-se a batalhar na dificílima tarefa de fazer o mundo se enxergar pelo viés de suas letras.

Hoje, 25 de janeiro, a maior metrópole brasileira completa 456 anos. No passado, gênios como Antônio Alcântara Machado, Oswald de Andrade, Mário de Andrade, os irmãos Augusto e Haroldo de Campos, dentre muitos outros, escreveram a alma da cidade e ajudaram-na a ser o que é hoje.

Desde que o Clube de Autores começou, mais de mil autores paulistanos cadastraram-se aqui, produzindo um rico acervo que delineia, de maneira absoluta, todos os contornos da literatura contemporânea. E, naturalmente, são estes os autores que já estão definindo o futuro cultural da cidade e do seu povo, ecrevendo as suas carreiras com as próprias canetas e deixando os seus marcos na história.

É com este espírito que nós, do Clube de Autores – também filho de São Paulo – parabeniza a metrópole, os seus escritores e leitores, desejando mais 456 anos de muitas letras imaginadas, escritas e lidas!

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Uma visão diferente de Ouro Preto

Com 9 obras publicadas no Clube, Públio Athayde é um dos autores com maior produção literária daqui do Clube. E, ao navegar pelas obras do autor, uma em específico nos chamou bastante atenção.

Eu Ouro Preto” permite uma visão heterogênea e complexa de diversos aspectos envolvendo uma das mais ricas cidades brasileiras. Segundo a sinopse do livro, “os olhos do historiador ouropretano convergem para a
paisagem, a arquitetura, a música e o povo desta cidade, para as
relações destes elementos nos tempos passado e presente de modo
inequivocamente passional, mesmo considerada a abordagem metódica e a
pretensa erudição.

A paixão, confessa no primeiro artigo (Eu “Ouro Preto”), se desdobra em
considerações topográficas sobre os templos coloniais (Adequação
retórico-arquitetônica da Paróquia de Nossa Senhora do Pilar de Ouro
Preto). A mesma paixão visceral que aguça os ouvidos para sons reais e
imaginários (Música colonial, cérebro retórico e êxtase religioso) relê
a poesia arcádica situando física e politicamente as referências do
poeta detrator (As cartas chilenas: carta terceira, notas de leitura).
Ainda com os olhos voltados para o passado, e nada é mais presente no
passado que a morte, abstrair de algumas lápides os resquícios das
paixões de outras épocas é tarefa inglória e fascinante (Aqui jazem os
restos do irmão J.F.C. falleciddo), tanto quanto querer apontar nos
requícios já arqueológicos da mineração aurífera (Curral de Pedras:
abandono e omissão) as tensões vividas em uma época anterior cujas
marcas estão por todo lado, cravadas na essência da brasilidade.

A retórica da história clama em coros dissonantes e cada vagido é
repleto de significâncias, todas elas se articulando para dar
significado ao que somos. Cada olhar sobre a Ouro Preto de outrora
completa a visão que temos de nós mesmos, quer como agentes de uma
existência em contínua construção, quer como amantes do pretérito
edificado em magnífica herança.

Para o amante da história, resta duas tarefas: comprar uma passagem para Ouro Preto e, como guia, o livro “Eu Ouro Preto“, de Públio Athayde.

Conheça melhor o livro clicando aqui ou acessando diretamente o link http://www.clubedeautores.com.br/book/8976–Eu_Ouro_Preto


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Publicidade comparativa é legal?

Sabe quando uma propaganda utiliza a comparação direta entre produtos para comprovar a superioridade de um deles? Isso se chama “publicidade comparativa” e é, hoje, um assunto amplamente debatido no meio da comunicação.

Até que ponto é legal utilizar marcas registradas alheias na publicidade? Que riscos isso traz para o anunciante? O que diz o CONAR (Conselho Nacional da Auto-Regulamentação Publicitária), o Código de Propriedade Industrial e o Código de Defesa do Consumidor?

O assunto é alvo do pioneiro livro Publicidade Comparativa, De Aldo Batista dos Santos Junior. Quem quiser conhecer melhor o que diz a legislação e a experiência prática tanto no Brasil quanto em outros países tem, agora, uma referência literária no mínimo singular.

Para conhecer e adquirir a obra, clique aqui ou acesse diretamente o link http://www.clubedeautores.com.br/book/10796–Publicidade_Comparativa


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