Como você encara a nova literatura produzida no Brasil?

Não temos uma pesquisa de mercado pronta ou sabemos o impacto prático das novas linhas editoriais sendo produzidas no Brasil – mas certamente somos movidos por isso.

Para nós, é incontestável que os livros aqui no Clube de Autores representam o que há de tendência na literatura brasileira. Aqui estão publicando autores que definirão, para as gerações futuras, a essência da produção editorial nacional neste início de século.

Por conta disso, adotamos um hábito constante de vasculhar no Clube obras com as quais nos identificamos. E assim vamos lendo Hiago Queiros, Leda Rezende, Rodrigo Capella, Enio Fontenelle, Mário Persona, Edmundo Carôso, José Carlos Pelais e tantos outros que falam, com maestria plena, de temas os mais diversos.

Pelas suas letras, vamos entendendo melhor o mundo que nos cerca e crescendo, tanto pessoal quanto profissionalmente.

E, claro, respiramos o orgulho de viver em meio a essa gama de autores que são a melhor expressão da produção cultural brasileira.

E você? Como você encara a nova literatura produzida no Brasil?

15 comentários em “Como você encara a nova literatura produzida no Brasil?

  1. Vamos avaliá-las aqui – e muito obrigado! Quanto às universidades, conheço pessoalmente apenas um dos autores. No caso dele, sei que não teve nenhum acordo comercial não. Mas tb não sei dizer o quanto isso é normal…

  2. Prezado Ricardo,

    A matéria saiu no Correio Braziliense de hoje, 26/08, no Caderno Tecnologia pág. 22. Não foi o que eu queria, mas serviu para divulgação de nosso trabalho.

  3. Postado por Solane li a matéria do correio braziliense sobre o e_books e fiquei encantada é a oportunidade para autores que não conseguem publicar seus livros pelas editoras tradicionais.Parbéns pelo trabalho!

  4. Obrigado, Solane! Mas aqui a publicação é de livros físicos mesmo, com entrega para o comprador.

    E, claro, com um processo inteiramente gratuito para os que realmente merecem os parabéns: os autores ;-)

  5. Que boa notícia, Roberto! Vamos ficar de olho na matéria aqui.

    Eu vou ser bem sincero: depois de ler tantos livros de autores novos daqui do Clube, posso dizer que minha visão de mundo mudou. Tem muita obra SENSACIONAL aqui. Fico até indignado por algumas editoras terem rejeitado parte delas – mas entendo que isso faça parte do mercado e da sua dinâmica tradicional, por assim dizer.

    Que bom que estamos contribuindo um pouco para que esses novos e tão importantes autores decolem.

  6. Verdade.

    Depois de publicar meu primeiro livro por uma editora tradicional eu passei a ver os vendedores de uma outra perspectiva. Eles são mesmo fundamentais em qualquer empreitada. Nâo é a toa que os maiores CEO´s da atualidade vieram das equipes de marketing/mercado e vendas.

    No caso das universidades será que não "rolou" um acordo comercial entre autor e universidade no sentido de comissão pela indicação do livro como obra didática? E se pudéssemos fazer na planilha de precificação de nossas obras no clube uma destinação para comissionamento dos distribuidores, tirando da nossa parte de direitos autorais?

    Outra sugetão seria gerar um catálogo impresso de obras.

    Bom, somente sugestões.

    Abraço,

    Julis

  7. Também concordo como o assunto das orelhas. Pertinente.
    Em relação a temática deste blog, A Nova Literatura Brasileira, recentemene fui procurado pela redação de um jornal de grande circulação em Brasília, para falar da tecnologia inovadora do Clube dos Autores. A possibilidade mais que real de jovens e anônimos taltentos mostrarem seus trabalhos sem o crivo inquisidor de grandes editoras. Mas o que mais me surpreendeu foi, além disso, o interesse da repórter no meu Blog e nos livros publicados pelo Clube de Autores. A matéria deve sair essa semana. E por incrível que pareça, toca no assunto desse novo cenário quse se desenha na Literatura Brasileira. Esta possibilidade do multicutural, da sexualidade. Portanto fiquei feliz pelo interesse no meu trabalho , que outrora se denominava marginal por tocar em assuntos tidos como tabus. Neste caso, a Literatura assume um novo viés que não só contorna esses temas , como aprofunda a temática da Literatura Gay.
    Fico feliz que meu trabalho tenha sido aceito pela linha editorial do Clube de Autores, bem como pelo público leitor do qual não se pode limitar seu acesso a miriade de temáticas que compõe a Nova Literatura Brasileira. E viva ao Clubde de Autores e viva a Caio Fernando Abreu, entre outros!

  8. Você está coberto de razão, Amâncio. Estamos incluindo o texto na lombada, juntamente com as orelhas. Orelhas são fundamentais também para dar peso às capas e evitar que elas enverguem. Já já isso estará no ar ;-)

  9. Deu um "pau" aqui na postagem. Faltou uma parte.

    Já tentei de tudo, passei horas identificando blogs sobre os temas que escrevi, postei no twitter, facebook, orkut, sites de associações da área jurídica, empresariais, ex-namoradas (rs), spam, mas não é fácil. Não consigo saber onde o consumidor está, ainda mais no Brasil onde a leitura não é prioridade. Até revisitei meus livros de marketing da pós-graduação.

    A questão das grandes livrarias e editoras é simples pois é sempre bom amenizar o risco colocando o autor prá "se mexer" vendendo. Nada demais, afinal somos todos capitalistas.

    Mas tranquilo, vontade e disciplina fazem bem. Desistir, jamais!

    Grande abraço,

    Julis

  10. Pois então, recebi a revista superinteressante recente e lá fala sobre os e-books, que tendem a substituir os livros da maneira tradicionalmente conhecida.

    Vale a pena ler.

    Tem algo nos planos do Clube dos Autores sobre e-books?

    Realmente as obras disponibilizadas são de primeira grandeza. Se cabe uma sugestão, minha preocupação maior é sempre com a dinâmica da distribuição e a parte comercial.

    Existe sempre um conflito do autor que é fazer sua obra dirigida pela vontade do mercado ou fazer a obra pura, ou seja, escrever sobre aquilo que nossa criatividade manda.

    E no último caso, se não houver uma aposta da editora no quesito distribuição e vendas, o autor pode malograr.

    Eu realmente tenho muita dificuldade com a parte comercial, não consigo decolar sem alguma exposição maior. A única vitrine que tenho para as minhas é o tempo que ela fica disponível na primeira página do site, e estes dias tive uma surpresa que vale a pena relatar. Postei a obra domingo às 11 da noite e quando cheguei em casa ao final da tarde de segunda ela não estava mais lá, de tantas postadas no dia. Impressionante.

    Outro fato é que uma das obras eu não fiz nenhuma propaganda, apenas aquela de estar no site clubedosautores e depois que sai não houve mais pedidos. Lógico que depois disso fiz a "propaganda" para tentar vender mais. Quem sabe se cria um mecanismo de exposição que permita a permanência por mais tempo no ar.

    Abraço.

  11. Oi, Julis.

    Quanto à divulgaçào, o nosso papel é apoiar – mas o protagonista é e sempre será o autor. Sem a menor sombra de dúvidas, a divulgação é fundamental para se vender qualquer coisa – e isso independe do Clube de Autores. Ou seja: mesmo que você faça todo o processo pela editora mais tradicional existente, você continuará sendo a peça fundamental na divulgação. Falo isso por experiência própria, por ter 3 livros publicados da forma tradicional e que venderam bem apenas quando eu comecei a me envolver diretamente.

    Dá uma olhada nos cursos na Universidade do Autor sobre o assunto – tem muita coisa legal lá.

    Hoje, meu caro, o autor precisa ser o seu próprio empresário. É claro que isso requer esforço, aprendizado etc. – mas faz parte do processo de se tornar um best-seller, por assim dizer – o que nunca é tarefa fácil. Aliás, cheguei a comentar em outro post aqui no blog que, certa feita, um amigo que é dono de uma grande livraria me disse que "o autor que não atuar fortemente como empresário de si próprio tem duas alternativas: mudar de postura ou esquecer a carreira".

    Por outro lado, está longe de ser impossível "fazer as coisas acontecerem". Hoje mesmo, por coincidência, recebi dois emails de autores que conseguiram fazer dos seus livros parte da lista de literatura exigida em cursos de universidades brasileiras. Sem sombra de dúvidas, isso significa um baita acréscimo nas vendas para eles.

    Histórias assim tem sido cada vez mais frequentes, comuns – mas sempre vem dos autores que mais se divulgam, por assim dizer. E não é nem só a divulgação – é um mix que envolve também o teor do livro, o ambiente onde ele está sendo divulgado e assim por diante.

    Sim, teremos alguns mecanismos para aumentar a exposição dos autores – mas, como disse no começo, isso apenas ajudará um esforço que precisa ser protagonizado pelo autor.

    Sobre ebooks, temos planos sim – mas há uma série de questões de segurança que estamos estudando para evitar, por exemplo, pirataria. Devemos ter novidades em breve quanto a isso.

  12. Como diz Belvhior: Você não sente nem vê, mas não posso deixar de dizer, meu amigo, que uma nova mudança em breve vai acontecer; e o que há algum tempo era jovem e novo, hoje é antigo, e precisamos rejuvenescer. Na literatura tal processo é ainda mais evidente, e tenho o orgulho de participar desta revolução. Quanto aos livros, gostaria de dar uma sugestão: os livros são muito bonitos, com acabamento e material melhor que o das gráficas, porém falta o texto lateral, para fiacar ainda mais bonito na estante, com o título à mostra.

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