Clube de Autores no Vitrine, da TV Cultura

No sábado passado, o Clube de Autores foi destaque no programa Vitrine, da TV Cultura.

Em um bate-papo com Sabrina Parlatore, o site foi apresentado como pioneiro em publicação 100% sob demanda e contou ainda com o depoimento de Rodrigo Capella, um dos nossos autores mais ativos. A matéria falou ainda de outras iniciativas que estão no ar, reforçando a nossa principal bandeira aqui no Clube – a abertura de novas oportunidades para os novos autores do Brasil.

Quer conferir a matéria? Veja abaixo:

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XIV Bienal do Livro do Rio

Entre os dias 10 e 20 de setembro, o Rio de Janeiro recebe a XIV Bienal do Livro.

Diferentemente na Flip, a Bienal tem um clima menos intimista e mais parecido com o de grandes feiras, com grandes estandes, expositores de todos os portes e tudi mais. Mas, ainda assim, é um ambiente riquíssimo, reunindo autores e leitores em torno da pedra fundamental da cultura: o livro.

Só em relação a escritores contemporâneos, serão mais de 100 lançamentos que ocorrerão na feira – uma oportunidade única para que outros autores, de todos os gêneros, possam acompanhar e mergulhar mais a fundo no cenário literário moderno.

E isso sem contr com uma gramde quantidade de eventos em paalelo, de cafés literários, de palestras e mesmo de exposições homenageando alguns dos grandes escritores da história.

Para quem quiser saber mais informações, basta acessar o http://www.bienaldolivro.com.br . No mínimo, vale a pena conferir. E, claro, se você já estiver na Cidade Maravilhosa, visitar a Bienal fica ainda mais fácil….

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Como você encara a nova literatura produzida no Brasil?

Não temos uma pesquisa de mercado pronta ou sabemos o impacto prático das novas linhas editoriais sendo produzidas no Brasil – mas certamente somos movidos por isso.

Para nós, é incontestável que os livros aqui no Clube de Autores representam o que há de tendência na literatura brasileira. Aqui estão publicando autores que definirão, para as gerações futuras, a essência da produção editorial nacional neste início de século.

Por conta disso, adotamos um hábito constante de vasculhar no Clube obras com as quais nos identificamos. E assim vamos lendo Hiago Queiros, Leda Rezende, Rodrigo Capella, Enio Fontenelle, Mário Persona, Edmundo Carôso, José Carlos Pelais e tantos outros que falam, com maestria plena, de temas os mais diversos.

Pelas suas letras, vamos entendendo melhor o mundo que nos cerca e crescendo, tanto pessoal quanto profissionalmente.

E, claro, respiramos o orgulho de viver em meio a essa gama de autores que são a melhor expressão da produção cultural brasileira.

E você? Como você encara a nova literatura produzida no Brasil?

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Os primeiros efeitos do frete mais baixo

Desde que os fretes foram diminuídos aqui no Clube, depois de uma inacreditavelmente complexa tarefa que envolveu desde negociação até desenvolvimento tecnológico com todos os fornecedores da nossa cadeia, ficamos atentos aos efeitos nas vendas.

E, de fato, eles vieram quase que de imediato. De um dia para outro, elas cresceram em mais que 30%, beneficiando obras de praticamente todos os gêneros.

Como a notícia ainda é nova, ela ainda não se espalhou suficientemente ao ponto de estabilizar uma posição concreta de crescimento. Ou seja: mesmo esses patamares de crescimento que registramos nas últimas duas semanas ainda estão sujeitos a mudanças (para cima, claro), na medida em que o público vai descobrindo que ficou mais barato ler as obras publicadas aqui.

Mais mudanças ainda virão, já que a nossa equipe aqui trabalha 24 horas buscando soluções de todos os tipos para incrementar as vendas dos nossos autores e aumentar as facilidades para os leitores. Enquanto isso, mãos à obra!

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E-Books se fortalecendo no Brasil

Desde 2005, quando a Sony lançou o seu leitor de e-books, o mercado editorial passou a dedicar especial atenção ao assunto. As discussões ganharam ainda mais coro quando a Amazon lançou, em 2007,
o Kindle – aparelho que nascia com o apoio da maior varejista do setor.

Alguns chegaram a alardear previsões fatalistas – como o fim do livro tal qual o conhecemos – e outros se tornaram críticos ferrenhos da tecnologia.

De uma forma ou de outra, o fato é que o livro eletrônico avança (mesmo que de forma não tão ágil quanto os mais futuristas esperavam).

Com livros eletrônicos, vem a maior transparência na relação com o autor e uma maior democratização. Seria um efeito semelhante ao que os tocadores de MP3 tiveram junto às gravadoras – muitas das quais, até hoje, não descobriram como lidar com um mercado que elas não mais dominam.

A Revista Época da semana passada fez uma matéria sobre o assunto, ressaltando o lançamento do BR-100-TX, leitor de e-books brasileiro e produzido pela Braview. Será a primeira vez que uma empresa brasileira lança um aparelho como esses, com capacidade para armazenar até 500 livros e custando R$ 400,00.

É provável, claro, que o espaço para livros eletrônicos continue crescendo – principalmente no segmento didático, em que alunos de escolas de todo o país penam para carregar quilos e mais quilos de livros essenciais à sua formação.

Mas é improvável que a tecnologia substitua o livro tradicional como um todo, por motivos que variam desde a praticidade do mesmo (afinal, é inegavelmente mais simples levar um livro do que um computador para uma viagem de fim-de-semana na praia) até a segurança (é mais difícil imaginar um assaltante de olho em um livro do que em um leitor de e-books), passando ainda pelo próprio prazer de se folhear uma obra literária.

Como tudo que aconteceu desde que a Internet revolucionou a comunicação moderna, os leitores de e-books fortalecerão um mercado já existente e inserirão mais uma opção de leitura para o usuário. Ganham, claro, todos: o leitor e o autor, assim como as lojas que revendem as obras nos diversos formatos.

Estamos, aqui no Clube, atentos a cada mudança que acontece nesse mercado. Devemos, em breve, permitir que os autores escolham entre disponibilizar ou não, a preços mais baixos, versões eletrônicas das suas obras aqui no Clube. Mas esse lançamento deve vir acompanhado de toda a segurança e tecnologia necessárias para que os livros não simplesmente caiam na rede em forma de pirataria e acabem não gerando as merecidas receitas para os seus autores.

Em outras palavras, ficar atentos e alinhados às mudanças de mercado é uma obrigação de todos que participam do ciclo editorial – mas sem incorrer no erro da precipitação desnecessária.

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